Ainda se Atreve a Ser Feliz? conheça o impacto da nossa Zona de Conforto

A Definição da zona de conforto e a forma como esta influência a nossa exploração do mundo.
O pânico que se pode enfrentar com o explorar o desconhecido, e por desconhecido refiro-me simples mudanças de rotina, mudanças de pontos de vista, de acções ou até mesmo de percursos para o trabalho.

Qualquer mudança requer uma exploração do novo, uma fase de aprendizagem e uma saída da nossa zona de conforto, que por conseguinte, pode gerar pânico.
Mas o que se segue à fase de crise?
Depois do pânico o que vamos encontrar?

Atreve-se a ser feliz?

Descubra quais são os 10 mandamentos para manter a sua saúde mental!

Existem algumas fórmulas da felicidade, contudo o ideal é conhecer os 10 mandamentos essenciais para o equilíbrio da sua saúde mental.
Se os cumprir vai diminuir drasticamente as hipóteses da sua mente adoecer.

Aqui ficam os famosos dez:

1 – Pense positivo
2 – Mantenha uma vida social activa
3 – Mantenha-se ativo\a
4 – Aprenda com os seus erros
5 – Encorage e compreenda os que o rodeiam
6 – Cultive bons hábitos
7 – Descubra e invista nos seus talentos
8 – Relaxe
9 – Não desista
10 – Fale acerca do que a\o preocupa

“O pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que ele mude e o realista ajusta as velas.”

Dilemas de Mulher

Tenho recebido cada vez mais mulheres no consultório com níveis de sofrimento elevados e pedidos de ajuda embebidos em frases do género: “Não era suposto ser assim”, “eu devia gostar de trocar fraldas”, “Não sou uma boa mulher, porque não gosto de cozinhar”, “Não consigo ser uma MÃE PERFEITA”, “OBVIAMENTE que ser Mãe é o que me faz sentido…”, “CLARO que quando tiver filhos vou querer abdicar da minha carreira”.

A mulher portuguesa do séc. XXI depara-se com um sofrido dilema, por um lado é espectável que tenha uma carreira profissional, estude e queira ter a sua independência económica, por outro, o preço que tem que pagar por isso, é por vezes tão alto que quase prefere adaptar estilos de vida tradicionais, mesmo que isso se traduza em infelicidade.

Refiro-me a emoções como a culpa, a ansiedade ou a tristeza por não se sentirem realizadas com as tarefas relacionadas com o lar, de muitas se sentirem pouco estimuladas pelo ferro de engomar ou seduzidas pela cozinha; e dizem que não é suposto sentirem-se assim.

Relatam também o seu isolamento social, acham que é suposto saberem gerir a situação e fantasiam que todas as outras mulheres o conseguem fazer.
Este isolamento agrava-se ao funcionar como mecanismo compensatório, como se sentem em falta, acham que se devem dedicar mais.

E é exatamente este processo que as traz ao consultório com discursos como “Eu só posso estar doida…” ou “nunca fui assim”.

O que raramente acontece é a indagação do que é ser uma mulher portuguesa saudável, na atualidade, o reconhecer dos papéis socialmente exigidos e que tipo de respostas são possíveis a cada uma de nós (sem ser, com isto, totalmente infeliz). E é exatamente nesta regulação que pode estar uma possível solução.

Há décadas atrás, as principais funções da mulher eram, cuidar dos filhos, da casa e do marido. Hoje há muitas mais opções e é talvez por isto que as mulheres desenvolvem os seus maiores bloqueios emocionais, e até físicos.
A palavra-chave para um possível sucesso neste dilema, entre papéis sociais e a procura de ser uma mulher com diferentes desejos dos de outras épocas, é o equilíbrio. Re-equilibrar o casamento, a família e o trabalho.
E que equilíbrio é este?

Por exemplo, o poder organizar dentro do tempo disponível do seu dia-a-dia. Enumerar as suas prioridades diárias, alternar tarefas que exigem maior sacrifício com aquelas que podem trazer mais satisfação. Ter tempo para namorar, cuidar de si, orar, estar com os amigos (se não pode sair, porque não convidá-los?). É provável que as suas formas de diversão tenham mudado, pondere outras opções, enfim…

Será que tem tido momentos destes?

O que os Adultos podem Aprender com as Crianças?!

Quando foi a ultima vez que lhe disseram “Que criancice!!?!”

Se olharmos para a história, as guerras, as calamidades humanitárias, o sofrimento por um divórcio, pela falência da empresa ou mudança de país por obrigação, têm sempre um ADULTO por detrás destes acontecimentos.
Hum..talvez tenhamos que ouvir a Adora Svitak, que diz que o mundo precisa de “ideias infantis”: ideias arrojadas, criatividade selvagem e principalmente optimistas, contudo apenas as crianças se permitem a isto, permitem sonhar, arrojar, têm esperança na vida, e no amor, e nos outros.
Para as crianças, por exemplo, as regras servem para o jogo, que passa por ser uma actividade de grupo, e portanto promove a vida em comunidade. E não para demonstrar ou impor poder, uma ditadura.

O Grande problema dos adultos é que muitas vezes não se permitem DesConstruir, brincar ou arrojar, sofrendo do espelho social que os persegue.

Quando foi a ultima vez que foi conhecer o seu Vizinho e dar-lhe as boas vindas ao prédio?