Maria Palha, uma das Oradoras da TedX Porto
“Alguns tratam-na por Psicóloga do Mundo” nomenclatura que serve para expressar o que é”, afirma. Uma Apaixonada por pessoas, por diferentes culturas, por viagens. Se a tudo isto juntarem contextos onde possa transformar crise em oportunidade, conseguir-se-á definir o que a move.
Os Chineses dizem que é na crise que a história avança, não confirma, mas sabe que há 8 anos que viaja o mundo a definir e implementar programas de saúde mental em contexto de crise humanitária. Atualmente está em Portugal a dar apoio a dar apoio psicológico a adultos em fase de mudança. Começou em 2006, em Moçambique e Zimbabué, centrada no HIV-Sida e rapidamente se voltou para a intervenção na crise. As Catástrofes naturais e humanas foram o seu cenário de trabalho nos últimos 5 anos. Cheias no Brasil, terramotos no Irão, Pós-Conflito em Kashemira, Conflito na Líbia, terminando recentemente na Síria.”
Síria: O impacto do Conflito Armado na Saúde Mental dos Deslocados e a Contribuição da saída das Mulheres e Crianças de Homs para a recuperação do Trauma
Tanto as negociações de paz para a resolução do conflito Sírio como os acordos políticos, estão na ordem do dia, mês e dos últimos 3 anos.
O conflito Armado tem características que condicionam a saúde mental da população envolvida.
Alguns dos vários fatores são:
1. Maioria das vezes as pessoas são obrigadas a abandonar as suas casas/comunidades/realidades em próle da salvação da sua própria vida. A ameaça de vida, o medo, e a constante preocupação com o futuro, levam a um estado de alerta físico, que se pode traduzir em sintomas psicológicos, como insónias, ataques de pânico ou ansiedade, agressividade, irritabilidade.
2.O contacto (dependendo da duração do conflito) com a desumanização – mulheres com a exposição a violência sexual, os homens com assassinatos, torturas ou violencia fisica, e as crianças confrontados com o facto de terem perdido ambos os pais ou se tornarem em agentes de guerra. São factos, que ao longo do tempo se podem (e normalmente acontece) traduzir em sintomas de sofrimento psicológico.
3.A fragilidade Física, que muitas vezes condiciona a actividade de fuga e estado de alerta do cidadão e por conseguinte a sua capacidade de reacção. Leva a uma crença de incapacidade e desesperança.
4.A dependência da população dos agentes comunitários para suprir necessidades básicas, alterna a percepção de independência e liberdade.
Estes são alguns dos fatores, que em contextos armados condicionam a saúde mental da população. Dependendo do momento da intervenção, as técnicas a usar para reduzir o sintoma variam, tal como o tipo de programa interventivo.
Em breve o Link do jornal da Noite da Sic, e a Edição da Tarde da Sic Notícias do dia 28 de Janeiro onde fui convidada a refletir sobre o impacto desta temática, dando exemplos práticos de vidas afectadas e condicionadas por este conflito.
Comecei o Ano na Antena 1, não percam a entrevista no Hotel Babilónia
Para começarem o ano, não percam uma entrevista na Antena 1, no programa Hotel Babilónia click this link now.
Passamos por temas como intervenção ma crise, saúde mental e multi-culturalidade, apoio psicológico, Unidade de cuidados Intensivos da Felicidade.
Crenças Daninhas: Identifique-as e Acabe com elas!
É comum a nossa mente pregar-nos partidas, as coisas em que acreditamos, as crenças, condicionam a forma como nos relacionamos com outras coisas, e por conseguinte, a forma como agimos.
Como estamos a terminar um ano, considerei que podia ser interessante dar a conhecer algumas das crenças que normalmente nos atrapalham, de modo a otimizar as nossas actuações em vários contextos. Boas leituras.
-Você deseja ser perfeito, o que faz com que nunca se sinta suficientemente bom;
-Comparar-se com os outros “eu devia ser assim…” o que o vai distrair das das suas próprias qualidades;
-Esperar demasiado das suas acções ” com isto vou conseguir mudar o mundo, esta ou aquela pessoa”;
-Quando não se estabelecem objectivos claros pode haver uma sensação de não ter atingido os seus objectivos, estabeleça objectivos claros e mensuráveis;
-Quando não há um encorajamento a si mesmo;
-Quando as pessoas se esquecem de se cuidar; Estabeleça uma missão “Mimar-me” durante um determinado período;
-Criatividade, quando esta nos escapa, a incapacidade de dar novas respostas face aos problemas, aumenta. Tente ver de outra perspectiva;
-Quando não há um foco, é fácil perdê-lo de vista; Defina um foco e não se distancie dele;
Boas Revisões de 2013 e perspectivas para 2014